Formação atual
#0 – Sid Wilson – DJ
#1 – Joey Jordison – bateria
#2 – Paul Gray – Baixo
#? – Donnie Steele – Baixo
#3 – Chris Fehn – Percussão e Vocal de apoio
#4 – James Root – Guitarra
#5 – Craig Jones – Sampler e Teclado (música)
#6 – Shawn Crahan – Percussão e Vocal de apoio
#7 – Mick Thomson – Guitarra
#8 – Corey Taylor – Vocal
História da banda
No final
dos anos 90, após nove moradores da cidade de Des Moines, capital do
estado de Iowa, se encontrarem, surge a banda Slipknot.
Com influências de Black Sabbath, Slayer e
Sepultura, a banda pegou carona no estouro das bandas de Nu-Metal
pós-Korn, e ganhou destaque, devido a incrível capacidade musical e
também a aparência dos integrantes, trajados de máscaras (críticos
achavam a aparência da banda ridícula) e macacões industriais. Outra
marca da banda desde o início, é ter dado o “carinhoso” apelido de
maggots aos fãs. As letras da banda sempre foram niilistas, sombrias,
raivosas e melancólicas, o que caiu como uma luva no mercado musical da
época. Pronto! O fenômeno Slipknot surgia!
Com seu
nascimento em 1995, na já citada cidade de Des Moines, a banda conta
com: Sid Wilson, DJ (número 0), Joey Jordison, bateria (número 1), Paul
Gray, baixo (número 2), Chris Fehn, percussão (número 3), James Root,
guitarra (número 4), Craig Jones, programador (número 5), Shawn “Clown”
Crahan, percussão (número 6), Mick Thomson, guitarra (número 7) e o
vocalista, Corey Taylor (número 8). A banda lançou seu primeiro trabalho
em 1996, o tão cobiçado por todos os maggots do mundo:
Mate.Feed.Kill.Repeat, raríssimo nos dias de hoje, graças a sua reduzida
prensagem. Como o cenário musical de Des Moines era altamente monótono,
a banda começou a ganhar uma certa fama na área. Após o interesse de
algumas gravadoras, os caras acabaram tendo seu primeiro álbum
distribuído por uma gravadora independente do estado de Nebraska chamada
-ismist, com isso trazendo a atenção da major Roadrunner Records, que
acabou por contratá-los e até hoje distribui os álbuns da banda.
O primeiro
álbum na Roadrunner foi o “Slipknot”, lançado em 1999 e que elevou a
banda a um novo patamar. Produzido por Ross Robinson, este cd é
considerado por muitos, um dos melhores na área do Metal e do Rock
pesado em geral. Após o lançamento, a banda fez shows incessantemente, e
este número culminou na apresentação do grupo no Summer Ozzfest, onde
tocaram para um numero bem maior de pessoas e conseguiram um grande
número de fãs.
Como
sucesso nas rádios dos singles “Wait And Bleed” e “Spit It out”, o grupo
ganhou ainda mais espaço na mídia, porém o sucesso do Slipknot
aconteceu em maior parte devido à boca-a-boca e a grande quantidade de
shows. E na primavera americana de 2000, o álbum Slipknot (self-titled)
virou disco de platina, o primeiro disco platinado da Roadrunner,
tornando a banda o ícone maior da gravadora.
Por causa
do grande sucesso de seu disco homônimo, a segundo projeto do grupo era
muitíssimo aguardado no meio musical. Em 2001, foi lançado “Iowa”.
Depois de uma outra leva de shows e mais uma apresentação no Ozzfest, a
banda deu um tempo em suas atividades para não causar muita
superexposição, e também porque o grupo estava cansado das intermináveis
turnês. Durante esta folga do Slipknot, seus integrantes tiveram mais
tempo para tocar seus projetos paralelos e atuar em outras áreas. No
verão americano de 2002, Joey se juntou ao guitarrista da fraca banda
Static-X, Tripp Eisner, para formar o Murderdolls. Corey e James na
mesma época reformularam sua antiga banda, Stone Sour, e lançaram um
álbum que foi aclamado pela crítica.
No inicio
de 2003, Corey anunciou que um novo álbum do Slipknot estaria por vir.
No meio do ano, os caras começaram a trabalhar com o produtor Rick
Rubin, considerado um dos melhores do ramo. No começo de 2004, o grupo
fez uma turnê preparatória para a Ozzfest e em Maio foi lançado o
terceiro álbum da banda na Roadrunner, o muito prestigiado “Vol. 3: The
Subliminal Verses”, considerado por muitos o melhor trabalho do grupo.
No
entanto, eles queriam mais. Após o lançamento do álbum duplo “9.0: Live”
– um registro de alguns shows da turnê do “Vol.3″ – e do DVD
“Voliminal”, a banda decidiu entrar em férias por tempo indeterminado.
Alguns aproveitaram o recesso para retomar antigos projetos, como, por
exemplo, Corey e James, que reuniram novamente o Stone Sour. Eles
emplacaram seu segundo álbum, “Come What(ever) May”, nas paradas de
sucesso, e fizeram uma extensa turnê mundial. Shawn, por sua vez, também
fez alguns shows com seu projeto alternativo, o Dirty Little Rabbits.
Terminadas as férias, a banda começou a se reunir para a gravação do
quarto álbum de estúdio, que na epoca, ainda não tinha nome.
Durante o
processo de gravação houve muita especulação em torno das novas máscaras
e macacões. A banda sempre atualizava o site oficial com pequenos
vídeos ou imagens relacionadas aos dias de trabalho no estúdio ou aos
novos acessórios. Por algum tempo, muitos acreditaram que as
máscaras-gigantes bizarras seriam os novos itens utilizados por eles.
Porém, logo após “All Hope is Gone” ter seu tracklist liberado, foi ao
ar uma foto que finalmente mostrava os nove usando suas novas máscaras.
Alguns apresentaram mudanças significativas, como Corey e Sid, por
exemplo, enquanto outros fizeram apenas algumas adaptações. As roupas
passaram a ser individuais (embora ainda padronizadas), e não mais
uniformes iguais para todos. Passada essa fase, veio o lançamento do
disco, que rendeu excelentes numeros à banda, como o primeiro lugar nas
rádios e em venda de discos em vários países.
A seguir,
foi anunciada uma turnê européia, que, devido aos acidentes que Sid e
Joey sofreram foi adiada logo em seguida. Enquanto a turnê mundial
prosseguia, após a recuperação do #0 e do #1, foram lançados três
singles: “Psychosocial”, “Dead Memories” e “Sulfur”. O primeiro
concorreu ao Grammy de Melhor Performance de Metal.
Após a
turnê do All Hope is Gone a banda entrou em férias. Mas após a morte de
Paul Gray, a banda decidiu fazer uma turnê especial em sua homenagem, e
em 2011 tocaram em festivais na Europa e na edição brasileira do “Rock
in Rio.”